Beijos e Abraços, salgados.
domingo, agosto 24
quinta-feira, agosto 21
3 dias
Atravesso dias sem filha... malditas férias familiares que a levaram de mim!
São dias bons, dias que já só lembrava, dias que o acaso da saudade vai preenchendo de pessoas. Pessoas que já me eram, pessoas que me vão sendo, pessoas que em bouquet tanto me enchem que apenas com saudade posto.
Maldito o grilhão com que o sangue me escarneia a mais bela das dependências.
domingo, agosto 17
Dias de Bigodes

No preciso momento em que foi possível importar discos, Cu de Judas, Alcateia, Pestisida, STS, Mata Ratos, etc, passaram a soar como intervencionistas a 78 rpm... e o Bigodes entrou-me pelo quarto dentro com uma guitarra eléctrica agarrada ao sorriso malicioso. “Faz ai uma, e umas letras!”.
O baterista só podia ser o Animal, o meu irmão. E o baixista conheci-o a saltar-me do palco para cima no concerto de Motorhead em Cascais, o Mosca, uma óptima referencia.
Durante uns meses fomos os mais rápidos de Lisboa e arredores, e nos arredores reencontrei o Bigodes, o guitarrista (dos mais rápidos que alguma vez ouvi), a alma dos Apocalips!!
Desses dias pouquíssimo me recordo, mas estes guardo-os.
segunda-feira, agosto 11
O meu Pai é policia !

Mas tu proteges-te dos dois metros de um basquetebolista com a genealogia ?!
Fizeste questão de me o delatar para perceberes novas reacções, ai as tens; ainda bem que a pila dele é maior que a minha !
Não é maior, enche-me diferente.
... e paternalizas-me ?
Escorrega o tom no desconforto. Vocês alteram-se tanto quando se tematiza essa coisinha.
Coisinha ?!?!?
Oh homem... mas refaço-me; vocês alteram-se bastante quando se tematizam tamanhos.
... consegues sentir simpatia imediata por alguém com as mamas maiores que as tuas ?
O “assunto” és tu, meu caro.
Eu, ficava muito contente se ele e esta conversa se contranaturassem bastante !!
As contranaturisses são outro tema alterador.
Ajuda-me a alterar os pulmões, manda ai o isqueiro por favor...
(estracto de uma photo by Filhota)
segunda-feira, agosto 4
Bebemos água de Marte

Existe vida em tudo o que descobrimos. A vida é per si uma inevitabilidade, a que vemos, a que sentimos, a que pressentimos, e a que desconhecemos. Vida!
E a tua, como anda?
Saldou-se das areias num gracioso serpentear, para lhe sentir dos olhos a resposta.
Tens no olhar a curiosidade da coragem, falta-te o Verde para me perder.
Bonito e tal mas, não respondeste... enfrentou-o plangeada, mulher da anca à ponta do nariz, bicos armados, olhos carregados!
A masculinidade que condimenta a expressividade latina das nossas fêmeas é por demais evidente quando possuímos algo que pretendem.
E o que é que eu pretendo de ti, ou de vocês?, implodiu-lhe à distancia de uma língua, horizontando-lhe tudo o que Azul fora.
Pretendes estar no grupo das escolhidas quando os homens arrancarem para Marte!
Se alguém “arrancasse” seriam as mulheres... mas, mas tu queimaste de vez?!, perdeu-se, palpitando incrédula no bounce dos lábios salgados, recuando o suficiente para lhe repor Mar na luz.
Não, só te respondi da minha vida... e tu, vais continuar a ler ou vais contar-me da tua?
Prefiro-te cínico a demonstrativo!, gelada!
Bonito e tal mas, não respondeste...
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