Malares de sal a cantam, urrando no entremeio do engasgo que só podia ouvir com os dedos. Aqui glorias, ali fracassos, na mole que é o trovador dos todos.
Pastou-a, molusco dos afazeres. Mastigou-a imo recebendo a bruta de frente, até a diluir em minutos, um instante, uma memória sem espaço de arquivo, um dia apenas.
De glorias e fracassos letravam os sons, melodizados agora também no pêndulo marinho.
E esvai-se nas estranhas.



